Enquanto
os homens lutam para demonstrar suas qualidades em esteriótipos comuns, a
incessável batalha dos incomuns é o brilho da sabedoria, banhar-se nela é
indescritível e maravilhoso. Há os que nunca se banharam, ou se banharão,
talvez pelo medo de se desprender aos limites já impostos por tolos ou pelo
medo da metamorfose surreal do ampliamento do saber, o limite humano é real
porém quase inexistente na mente daqueles que reciclam suas ideias e não estão
presos a crenças comuns, ousar a testar todas as possibilidades existentes e
quando não as existirem, cria-las. Essa diferença tão descomunal dos que pensam
e refletem seus atos mesmo que errados,dos estagnados mentais que apenas seguem
e repetem um modelo. O limite existe, porém os que enxergam com maior clareza
seus muros e labirintos são os ineptos, para os que expandem sua linha de
raciocínio o limite é apenas um detalhe e não impede aos que não se
acorrentam mentalmente de evoluírem. Aos que não possuem o dom da crítica: A
sua eterna submissão. Aos que analisam e contestam :o passo eterno da busca
pelo saber e sede por conhecimento. Há os que se banham a todo momento na
sabedoria para acordar da pacóvia ignorância, há os que possuem medo de se
banhar, há os que se banham a todo momento mas parecem sujar-se cada vez mais.

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